MIL MOTIVOS PARA COMEMORAR, UM PARA CHORAR

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) usou sua conta pessoal no Twitter para comemorar as mais de 173 mil novas vagas de emprego com carteira assinada geradas no Brasil só no mês de fevereiro. As informações foram divulgadas pelo Ministério da Economia, na tarde desta segunda-feira (25/3).

O Nordeste, no entanto, não tem o que comemorar. Em âmbito regional, a melhora no emprego foi verificada em todas as regiões, à exceção do Nordeste. No Sudeste, a expansão foi de 0,51%, com geração de 101.649 vagas formais. Na sequência aparecem as regiões Sul (66.021), Centro-Oeste (14.316) e Norte (3.594). No Nordeste, o saldo foi negativo em 12.441 postos.

Entre os Estados, os maiores saldos ocorreram em São Paulo (62.339), Minas Gerais (26.016), Santa Catarina (25.104), Rio Grande do Sul (22.463) e Paraná (18.254). O maior recuo ocorreu em Pernambuco, influenciado pela queda sazonal do emprego na produção da cana de açúcar (-12.396 postos).

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AGRONEGÓCIO: TEMA DE QUALQUER CANDIDATO

Nesta eleição em 2018, candidatos a presidente e governadores precisam falar espontaneamente – ou serem provocados – sobre o agronegócio, o setor econômico que tem despistado a crise com inovação e investimentos.

O segmento tem sido a locomotiva na geração de postos de trabalho no país. Em julho, os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apontou o agronegócio como o principal gerador de emprego no país, com saldo de 17.455 ocupações com carteira assinada. O agronegócio foi seguido por serviços (14.548 empregos) e construção civil (10.063 postos).

Num país com 13 milhões de desempregados, e na Bahia com 1,3 milhões de cidadãos sem ocupação, a produção agrícola e pecuária precisa ser cortejada por qualquer postulante a cargo executivo.

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