NOVIDADES DO UNIVERSO CERVEJEIRO: Saiba mais sobre os rótulos baianos que acabam de chegar ao mercado

Amarga, escura, clara, leve, aromática,
de trigo ou frutada? Qual é a cerveja que se encaixa na medida exata para o seu
paladar? Que característica, estilo, forma e cor despertam as suas papilas
gustativas e o que esses aspectos dizem sobre a identidade da cerveja que te
faz vibrar a cada gole?

No programa da última sexta-feira
(25), o Dicas da Saideira uniu a resenha semanal ao bate-papo sério sobre o
universo cervejeiro, com dicas de especialistas sobre o assunto. O que a gente
descobriu? Que além de paixão nacional, queridinha dos finais de semana,
diversão e elemento protagonista da mesa de bar, a cerveja é também negócio em
expansão nos estados.

De acordo com a Associação Brasileira
de Cerveja Artesanal (Abracerva), as pequenas marcas são responsáveis, em grande
parte, pelo crescimento do setor.

Em 1999, o Brasil registrava 192
fábricas cervejeiras. Uma década depois, o país já contabilizava 255
estabelecimentos desse tipo e, em junho deste ano, os cervejeiros de plantão
comemoraram o registro da milésima fábrica de cerveja no Mapa brasileiro.
Coincidência ou não, a cervejaria – que se juntou às outras 999 oficialmente
cadastradas, até então – é de Lauro de Freitas, no litoral norte baiano, ao
lado de Salvador. E, embora a capital baiana não seja ainda um grande polo do
setor, algumas cervejarias da região têm conquistado espaço entre os consumidores.

O Dicas da Saideira resolveu apostar
nas marcas baianas e, claro, trouxe novidades: na última edição do programa, os
convidados Léo Brandão, da Cervejaria Marrenta, Bruno Bolosco, da Biergarten e
Danilo Moreira, da Cervejaria Calundu, apresentaram três novos produtos que chegam
a partir de agora ao mercado e falaram sobre a produção legitimamente baiana.

Se teve degustação ao vivo? Com
direito a copo cheio e ao Quiz da Saideira, que contou com a participação
especial de Priscila Pessoa, da Acerva Baiana, de Henrique Lisboa, da Casa Olec
Salvador, e de Letícia Rodrigues, do SENAI Climatec.

A harmonização entre cerveja e música
baiana ficou por conta da Banda ÀTTOOXXÁ, sucesso entre os hits mais pedidos, lançando
“Faz a Egípcia”, que promete ritmo contagiante para todo o verão. Quer ouvir?
Então #seligue no Dicas da Saideira. O programa completo você assiste pelo
Facebook do Aratu Online através do link: https://www.facebook.com/aratuon/videos/966127533763912/.

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Salvador recebe festival para quem tem alma cervejeira

SoulBeer reúne amantes de cerveja artesanal neste fim de semana no Salvador Shopping.

Salvador
vai receber neste fim de semana, dias 26 e 27 de outubro, um evento
para quem tem alma cervejeira, o SoulBeer. Promovido pelo Salvador
Shopping, em parceria com a Lupa Promoções e Lícia Fábio
Produções, o evento será realizado, a partir das 14h, no
estacionamento G1 do shopping.

Mais
de 15 cervejarias confirmaram a presença, como a Amada, Birra
Brasilis, As Divas do Tio Chico, Dois de Julho, Calundu, Ekäut,
Feyh Bier, Mandacaru Beer, Marrenta, Mascarenhas, MinduBier, Nylkito
Beer, Proa e Sotera estarão no espaço. Além dos rótulos especiais
do Grupo Petrópolis, como a Black Princess e a Weltenburger.

Durante
o evento, os amantes da cerveja vão poder conhecer mais sobre o
produto, degustar bebidas ao som de bandas locais e diversas opções
de gastronomia.

No
sábado, os cervejeiros poderão curtir o SoulBeer animados pela
música de Faustão e os Mongas e Herbert & Richards, já no
domingo o som fica por conta das bandas Supervoltz e Cavern Beatles.

Os
ingressos estão a venda no Pida, Balcão de Ingressos, nos sites do
Sympla e da Ticket Maker, pelo valor promocional de R$ 25 + taxa de
conveniência. Os clientes também podem adquirir a entrada sem taxa,
exclusivamente na loja física do Pida, localizada no Piso L1 do
Salvador Shopping.

DESTINO ITAPARICA: Saiba mais sobre as praias de águas cristalinas, roteiros, bares, barracas e histórias da terra que inspirou o escritor João Ubaldo Ribeiro

Com mais de 40 quilômetros de praias paradisíacas,
a Ilha de Itaparica, distante a uma hora de Salvador, esconde não apenas a
história da terra indígena que, em 1560, foi ocupada por europeus, no Brasil
colônia, mas também as belezas naturais de vegetação tropical abundante, águas
mansas e coqueirais.

A maior ilha marítima do Brasil, descoberta em
1501 por Américo Vespúcio, disputada por holandeses, no período colonial,
reverenciada por Gregório de Mattos e contada, muito tempo depois, pelo baiano
João Ubaldo Ribeiro, o escritor que eternizou a terra natal em palavras, tem
clima de interior: ambiente propício para uma boa conversa na praça, prosa
tranquila, banho de mar e calmaria.

É lá também que se encontra a única estância
hidromineral à beira-mar das Américas. A “Fonte da Bica”, como é popularmente
conhecida, foi oficializada em 1937 e é famosa pelas narrativas e lendas da “água
fina que faz velha virar menina”.

Emancipado da capital baiana em 1833 e elevado
à cidade em 30 de julho de 1962, o município foi desmembrado em dois: Itaparica
e Vera Cruz, mas a extensão de riquezas naturais sem tamanho não se restringe à
sede de um ou de outro; praias de águas rasas, mansas e mornas se estendem por
toda a costa.

Poucos destinos turísticos oferecem tantas
opções quanto a ilha: por lá, é possível fazer o roteiro cultural, visitar o
Forte de São Lourenço, patrimônio cultural brasileiro, tombado pelo IPHAN, conhecer,
no centro de Itaparica, a Fonte da Bica, passar pelo Engenho de Ingá-Açu, onde foi
montada a primeira máquina de vapor do Brasil e ver de perto o Casarão Solar do
Rei, que já chegou a hospedar D. João VI, D. Pedro I e D. Pedro II; é possível
também fazer a rota literária: visitar a casa onde João Ubaldo nasceu, que
ainda pertence à família, passar pela construção onde Vinicius de Moraes
costumava veranear, parar para a foto no muro próximo à Praça da Quitanda, onde
estão estampados livros do escritor baiano, aproveitar para uma passagem pelo
Mercado de Artesanatos e terminar na Biblioteca Juracy Magalhães, onde o
próprio João Ubaldo passou dias escrevendo.

Se o roteiro for “praieiro”, as opções não são
menos estimulantes: com águas tranquilas e ótimas condições para banho, a ilha apresenta
uma infinidade de paradas possíveis para o encontro de braços abertos ao mar,
que incluem sugestões mais conhecidas, como a Praia do Forte e a de Ponta de
Areia, mas também Cacha-Pregos e Barra do Pote.

E, como o trajeto etílico-gastronômico perpassa
um pouquinho de tudo isso, nas praças, mercados, barracas de frente para o mar,
mesas entre amigos, bares e restaurantes, o Dicas da Saideira montou uma lista
com sugestões para você se deliciar em Itaparica. Afinal, a harmonização
cerveja gelada de cada dia, comida regional, amigos, praia e história
compartilhada é mesmo cenário de cartão postal na Bahia.

Para os “botequeiros de plantão”, o alerta do
bar é positivo: tem gelada de costa a costa, nas barracas de Itaparica. Pra
completar, é pertinho da capital baiana. Você vai e volta contemplando a beleza
singular da baía de todos os santos, em um encontro com a natureza para reenergizar
a alma. Se vale o trajeto? Chame os amigos, convoque o “mozão” ou se jogue, de
peito aberto, na “aventura solo”. Itaparica vale a história, a parada, o translado,
o fim de tarde, a brisa fresca e – muito importante – também o pôr do sol, com ou
sem “birita”.

Praça da Quitandinha – Itaparica (Foto: Ana Maria Simono)

Confira a lista de boas pedidas por lá:

Praia da Penha – Cabana do Pai Orlando;

Praia Barra do Pote – Barraca do Guiga;

Ponta de Areia – Barraca Jardim da Ilha;

Praia de Conceição – Barraca Vira Sol;

Praia do Forte;

Cacha-Pregos;

Restaurante Flor do Mangue – Opções de pratos individuais e coletivos à la carte – Praça da Quitanda, no centro de Itaparica;

Restaurante da Martinha – Cozinha local. Antiga conhecida dos trabalhadores e moradores da região, Martinha é famosa pelo tempero caseiro e pelo peixe fresco, que chega diretamente dos pescadores da ilha – Pratos individuais, no Mercado Municipal de Itaparica (centro);

Restaurante Manguezal – Opções de serviço à la carte ou buffet livre por pessoa – Praia do Brasileiro (entre Ponta de Areia e Praia do Forte);

Fundo de Quintal Restaurante e Pastelaria – centro de Itaparica.

SERVIÇO

Destino? Ilha de Itaparica

Onde? Baía de Todos os Santos, a 13,5km de Salvador

Como? De ferry-boat, partindo do Terminal de São
Joaquim, na capital baiana, com destino a Bom Despacho ou de lancha, via
Terminal da França, com destino a Mar Grande. No ferry, a passagem para pedestre,
em dias úteis, sai a R$5,60 e a pouco mais de R$7,00 nos finais de semana e
feriados. A travessia dura cerca de 1 hora.

Também é possível fazer o percurso de carro. Uma das opções é
ir de Salvador até Cachoeira, pela estrada de Santo Amaro, seguindo por
Maragogipe e, de lá, seguir caminho para acessar a Ponte do Funil, que faz a
ligação com Itaparica. O percurso tem mais de 220km por via terrestre.

Cervejaria cria fruit beer em homenagem a Alceu Valença

Em uma homenagem ao músico Alceu Valença, a Cervejaria Colorado lançou a sua mais nova fruit beer: Tropicana. Inspirada na música de mesmo nome, mais conhecida como Morena Tropicana, a bebida possui, além de água, malte lúpulo e levedura, dois frutos que são destaque na canção do forrozeiro nordestino: cajá e umbu.

“Alceu Valença é um dos principais músicos do Brasil. Resolvemos fazer essa homenagem, combinando toda a brasilidade dele com a de Colorado. Encontramos na música Tropicana a forma perfeita de fazer isso. Dessa maneira, destacamos não apenas dois ingredientes tipicamente nacionais, como também valorizamos um grande artista do país”, afirmou Guilherme Poyares, gerente de marketing da Cervejaria.

Ainda de acordo com o Colorado, a Tropicana é suave e leve, possuí 4,3% de teor alcoólico e 10 IBU. O lançamento estará disponível para comercialização em breve, no site do Empório da Cerveja.

Cerveja e bate-bola: saiba mais sobre estabelecimentos que mesclam bar e quadra society na capital baiana

Tem clássico melhor que cerveja e futebol? Foi pensando na harmonização perfeita entre a sempre bem-vinda gelada de cada dia e aquele “baba” com os amigos que o programa da última sexta-feira listou uma relação de ótimas pedidas para os amantes de uma boa partida.

A intenção é clara: se você não perde aquela partida leve com a turma, mas preza sempre pelo bom abastecimento de copo para matar a sede, em pleno calor baiano, é só acompanhar o Dicas da Saideira, que apresentou, nos estúdios da TV Aratu, opções da dobradinha “arena campo de bola + bar” para você se divertir em Salvador.

Considerada uma das maiores paixões dos brasileiros em pesquisa realizada pelo Ibope, a cerveja só perde para o futebol no ranking nacional. Não é à toa que a união da mesa de bar com o campo de bola virou oportunidade sugestiva e empreendimento, negócio, estabelecimento comercial aberto ao público.

Nesta edição, os convidados Edvaldo Figueiredo, da Arena Figas Society, André Fisher, da Arena Imbuí, e Flávia Bastos, do Tomé Soccer Club, representando as mulheres cheias de bola que não dispensam a saideira, falaram sobre os espaços, horários de funcionamento, jogos e atrativos dos locais.

A música ficou por conta da banda Conect Samba, que agitou o clima entre os convidados, e o Dicas contou também com a participação de Matheus Simoni, Fábio Gomes e Rodrigo Araújo.

Se vale a rodada? Com direito a 2º tempo e prorrogação! A tabelinha de 2 ingredientes principais – cerveja e futebol – promete emoções, prazeres, energia e papo aberto, como bem manda o figurino descontraído dos bares que nos fazem vibrar. E aí, preparad@ para a saideira?

O programa completo está disponível através do link: https://www.facebook.com/aratuon/videos/580996339105713/

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Dicas da Saideira te ajuda achar um caruru pra comer no fim de semana

Para o soteropolitano, sexta é dia de comida baiana, mas hoje é uma sexta especial, dia dos santos gêmeos, Cosme e Damião, ou seja, dia de cararu, que acreditem, não é a mesma coisa, afinal são 17 iguarias que compõem o prato: caruru, vatapá, ximxim de galinha, feijão fradinho, farofa de azeite, banana da terra frita, arroz branco,acarajé, abará, feijao preto, milho branco, acassá, inhame, rapadura, ovo e pipoca.

 

 

Mas se você não teve tempo de almoçar um caruru, como manda a tradição, ñão tem problema! O Dicas da Saideira te ajuda a não passar vontade, indicando locais que vão ofecer a iguaria mais tarde ou mesmo no final de semana, gratuitamente. Dá uma conferida:

 

Caruru Solidário do Coletivo Poesia Além das 7 Praças- na Praça da Piedade, no dia 27, partir das 16h, gratuito.

 

Caruru com samba- na Tv. Cabo Bartolomeu, Calçada, no dia 27, a partir das 18h, gratuito.

 

Caruru dos Gêmeos- na Rua Couceiros Abreu, Uruguai, no dia 27, a partir das 19h, uma lata de leite Ninho.

 

Caruru da resistência- no Coletivo da resistência, Rio vermelho, no dia 28, a partir das 19h, gratuito.

 

Caruru de São Cosme e Damião- no Centro de Umbanda Jequiriçá de Sultão das Matas, Av.Afrânio Peixoto, Praia Grande, dia 29, a partir das 17h, gratuito.

Salvador terá seu primeiro festival de cerveja

Salvador terá, nos próximos dias 28 e 29 de setembro, o seu primeiro festival de cerveja, o Spring Beer Festival. O evento, que acontece na Área Verde Othon, sempre com início às 15 horas, possuí uma carta assinada pelo sommelier cervejeiro Leonardo Ferreira, com 100 rótulos da bebida, além da Eisenbahn, que é a cerveja oficial do evento. Além das bebidas, o Festival oferece uma praça gourmet que ofertará um cardápio escolhido especialmente para harmonizar com as cervejas.

O Spring Beer Festival acontece nos dias 28 e 29 de setembro, na Área Verde Othon

 

O evento também terá atrações musicais. No sábado, dia 28, quem anima a festa é Herbert & Richard, Baile de Autor (com Jorge Zarath, Manno Góes e Tenison del Rey) e Luiz Caldas. Já no domingo, dia 29, o Festival será animado por Os My Friends, Funk Machine (com Adelmo Casé) e Jau. O segundo lote de ingressos, que dão acesso aos dois dias de evento, estão sendo vendidos a R$70,00, no Sympla.

Spring Beer Festival

Dias 28 e 29 de setembro, às 15 horas

Área Verde do Othon, Salvador

Programação musical:

Dia 28: Herbert & Richard, Baile de Autor (com Jorge Zarath, Manno Góes e Tenison del Rey) e Luiz Caldas.

Dia 29: Os My Friends, Funk Machine (com Adelmo Casé) e Jau.

Ingressos: R$ 70,00, no Sympla (segundo lote).

Informações (Telefone e Whats App): (71) 98136-7184.

Realização: Diva Entretenimento

Stand up comedy sai dos teatros e invade espaço cultural e bares de Salvador

 

Acerto pessoal Juninho Brandão- Favela Hall

Sair com os amigos para conversar, dar boas risadas e tomar aquela cerveja gelada é um dos programas favoritos dos soteropolitanos. Mas e se ao invés de ir num barzinho com um som ao vivo, o happy hour for em um bar com stand up comedy? Sim, essa modalidade da comédia tem ganhado espaço e saído dos teatros para ir a ambientes mais populares, em Salvador.

Na cidade Baixa, o Favela Bistrô Hall, que fica no Multi-Shopping Mares, abre espaço para o gênero, assim como o Red Depósito Bar, no Rio Vermelho- este, inclusive, com uma agenda mensal. “Percebi que o stand up nos teatros não tinha muita interação, então vi a oportunidade de chamar esses humoristas para uma área aberta onde o público pudesse conversar, beber e curtir o show. A ideia tem dado certo!”, relata Rodrigo Bam, sócio do Depósito Bar.

Acerto pessoal Juninho Brandão- Red Depósito Bar

O comediante Juninho Brandão, que já se apresentou nestes locais, revela que tem percebido uma boa a receptividade desse novo público. “O primeiro show que a gente fez na Red muita gente entrou só para saber o que estava acontecendo e acabou ficando por lá e assistindo ao show até o final”, comentou Juninho.  O cenário ainda tem muitas limitações, mas há otimismo, como revela o humorista Tiago Banha, ao afirmar que apesar das dificuldades encontradas pelos profissionais do humor na capital baiana, “esse ainda é o melhor momento da comédia, nesse gênero, em Salvador”.

O espaço cultural Porto dos Livros, localizado na Barra, já aderiu o projeto há dois anos, dando até nome ao show: Bloco de Notas. Nesta apresentação os humoristas testam suas novas piadas nas primeiras sextas-feiras do mês. E, assim como no Red e no Favela Hall, dia de stand up no Porto dos Livros, é dia de casa cheia. A programação destes shows está disponível em suas respectivas redes sociais, @favelahall, @reddepositohbar e @portodoslivros.

Acerto pessoal Juninho Brandão- Porto dos Livros

ESPECIAL CACHAÇA: confira as potencialidades da bebida genuinamente nacional como ingrediente versátil na gastronomia

Nem só de rodada etílica vive a cachaça. A bebida genuinamente nacional que vira caipirinha, na mesa de bar, “príncipe maluco”, no circuito do carnaval baiano, “quentão”, nas festividades de junho, e “rabo de galo”, nos tradicionais balcões da saideira, é também ingrediente versátil, poderoso na harmonização e atrativo, no mundo das panelas, para acompanhar, realçar sabores, despertar aromas.

A brasileirinha que é antiga, tradicional e até “envelhecida” – mas sempre muito solicitada – pode ser usada, para além dos drinks, na hora de marinar, assar, flambar e cozinhar a vapor. Vai bem com carne, legumes, frango, com frutos do mar e, claro, também com quem não sabe nada de cozinha, mas não dispensa uma boa aguardente para abrir os trabalhos na mesa de bar.

No programa da última sexta-feira 13, Dia Nacional da Cachaça, o Dicas da Saideira uniu o útil ao agradável e convocou, para o bate-papo descontraído, tanto o universo etílico quanto a culinária de sabores a que se pode chegar com a bebida.

Teve rodada de degustação, apreciação, experimentação gratuita nos estúdios, garrafa aberta, brinde em comemoração à data e papo solto com direito a “quizz da saideira” sobre o universo da cachaça.

Desceu “queimando”? Com graduação alcóolica de 38% a 48%, a “danada”, que elevou a temperatura na edição especial, fez é sucesso entre os paladares.

Quem ditou a cadência da degustação, na rodada, foi o Grupo Nosso Ritmo, que levou samba e animação total para os estúdios da TV Aratu.

Os convidados Neto Mascarenhas, do Boteco do Tomé, Jorge Queirós, do Quintal Raso da Catarina e Suelane Silva, do Bar das Meninas, explicaram, no programa, como a aguardente extraída das borras do melaço de cana-de-açúcar pode virar ingrediente especial para pratos como “bode com farofa d’água”, rabada “boi na moita” e uma infinidade de harmonizações, no melhor da culinária regional da Bahia.

Se vale a pedida?! Em muitas doses!

O programa completo, pra quem não perde a boa amiga saideira da cachaça, está disponível através do link: https://www.facebook.com/aratuon/videos/2423657701185803/.

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“Tempero de família”: conheça o bar sessentão da Rua Direita que virou tradição entre os moradores de Santo Antônio Além do Carmo, em Salvador

Em meio ao colorido da arquitetura de prédios antigos estilo colonial, à decoração dos ateliês e detalhes das pousadas, a fachada azul, longas janelas e mesas à calçada denunciam de imediato o bar sessentão da Rua Direita.

Nada de retrógrado, nada de obsoleto, nada de arcaico. O velho conhecido e sempre procurado ponto de encontro no bairro do Santo Antônio, já próximo ao Largo, em Salvador, tem uma cozinha diversificada, opções variadas de comida baiana a petiscos, ótimo serviço e badalação total aos finais de semana, com fila de espera e disputa acirrada pela varanda.

A “fama” do conhecido, na comunidade, não é de agora; o bar que movimenta o Carmo, sempre lembrado entre os amigos do bairro, que conquista fácil pela culinária e não para de atrair novos visitantes, no centro histórico da capital baiana, é legado do Sr. Ulisses.

Há mais de 60 anos, o pai de Jorge, avô de Lorine, casado com Dona Edith, enxergou, na culinária da esposa, uma forma de aumentar a renda da família. Naquela época, trabalhando como sapateiro, ele ainda não sabia, mas estava iniciando um longo caminho que seria percorrido também pelos filhos, inspirados pela culinária que aposta no sabor e na simplicidade para conquistar paladares.

Crédito da foto: Bar Ulisses oficial (via site)

A empreitada deu certo. Por 2 décadas, Sr. Ulisses comandou o bar e restaurante, compondo uma parte da história não só individual, da família, mas do bairro de Santo Antônio Além do Carmo, reduto cultural e – por que não dizer? – também gastronômico na capital baiana.

E o legado que deixou foi mantido pelo filho, Jorge Lopes, que, aos 19 anos de idade, assumiu o “Bar Ulisses”. O estabelecimento é hoje um dos mais tradicionais pontos do bairro, onde você encontra um cardápio variado de carnes, moquecas, ensopado, massas, petiscos e frutos do mar a preço justo, para curtir a saideira.

Foto: Ana Maria Simono

Quem participa ativamente do funcionamento do local, hoje em dia, é também a filha de Jorge Lopes, Lorine. A história do bar (no bairro, vale dizer!) é de família: ainda na Rua Direita, pouco depois do monumento Cruz do Pascoal, a apenas alguns metros do Largo, o irmão de Jorge mantém o “Abará da Vovó”, para quem não perde um petisco caseiro, um peixe na folha de bananeira ou um bolinho de feijão fradinho com aquela pimenta no ponto; na rua paralela, família novamente: ainda no bairro de Santo Antônio, outro irmão de Jorge Lopes faz sucesso com o conhecido “Bar do Charuto”, que faz aquele PF “caprichado” para quem gosta mesmo é de comida caseira.

O tempero – como bem diz o ditado – “é de família”: veio das mãos cuidadosas de Dona Edith, há mais de 60 anos, e os sabores da culinária que ela começou continuam despertando paladares no bairro histórico de Salvador.

Foto: Ana Maria Simono

A comida do “Bar Ulisses”, por lá, assim como a dos irmãos, se comunica diretamente com o bairro: tem ar de preparo cuidadoso, cheiro de panela cheia no interior, cara de refeição preparada com afeto e tradição de família.

Quer mais? No “Bar do Ulisses”, se você chegar cedo, ainda consegue mesa com vista privilegiada para a baía de todos os santos. Na dúvida, já sabe: há mar e saideira, com cerveja no ponto, te esperando por lá.

Foto: Dicas da Saideira

Serviço
BAR ULISSES
Rua Direita do Santo Antônio, n° 541 – Largo do Santo Antônio (Salvador)
Contato: (71) 3014-0130 ou (71) 99934-2902
@barulisses_oficial

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