Curso de cuidador de idoso garante qualificação profissional em meio à pandemia

A população brasileira enfrenta um envelhecendo rápido, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). O número de pessoas com mais de 60 anos no país triplicará até 2050, atingindo a marca de 64 milhões e aquecendo o mercado voltado exclusivamente para esse público.

Diante desse cenário, o cuidador de idoso exige qualificação profissional para garantir o bem-estar e qualidade de vida de pessoas que requerem cuidados específicos, e essa atuação vai além de ser uma tendência de mercado e se transforma em uma necessidade de sobrevivência com a pandemia do novo coronavírus.

O salário médio de um cuidador é de R$ 1.254, segundo publicações especializadas. Os salários, no entanto, podem variar de R$ 1.145 a R$ 1.918, respectivamente. Em Salvador, a média salarial desse profissional é de R$ 1.350. Os órgãos públicos são quem melhor remunera os cuidadores, com média acima de R$ 1.471.

No entanto, a formação de cuidador de idoso exige a qualificação de profissionais que precisam estar aptos a lidar com um público que precisa de cuidados cada vez mais intensos com avanço da idade. “Lidar com o idoso frágil requer muita técnica e formação específica, pois sem os cuidados necessários poderá comprometer a qualidade de vida”, assegura Angelina Oliveira, enfermeira e diretora da Padrão Enfermagem Salvador.

Para auxiliar na formação desses profissionais, a empresa lançou curso, oficina e treinamento com custos acessíveis. As inscrições estão abertas, seguindo os protocolos de higiene e as normas de distanciamento social.

O curso, oficina e treinamento, voltados para o público em geral, estudantes de enfermagem, técnicos e enfermeiros recém-formados, são estratégias de ampliação de cuidados e técnicas para quem espera se qualificar e atender a uma demanda crescente atual do mercado.